quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

SUPERLIGA 10/11: CBV lança Rodada da Solidariedade

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) lançou uma novidade no calendário da Superliga. Em reação aos desastres naturais que historicamente acontecem nas regiões por onde a competição é disputada - Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina - e no período do torneio - novembro a abril -, a entidade instituiu a “Rodada da Solidariedade”.

A partir deste ano, em todo último fim de semana de janeiro, os clubes mandantes dos jogos farão campanhas para arrecadar donativos para uma causa social. Desta vez, os beneficiados serão as vítimas das chuvas. Mas a iniciativa passará a ser uma marca da competição. A cada ano, haverá um mote solidário, independente da ocorrência de desastres naturais.

“A ideia de implementar a Rodada da Solidariedade surgiu há dois meses, antes mesmo das tragédias ocasionadas pelas chuvas. A intenção da CBV era colocá-la em prática na próxima Superliga. Mas, depois de tudo o que aconteceu na Região Serrana, decidimos acelerar o processo e implementar o projeto já este ano”, explica Sérgio Negrão, gerente da Unidade Técnica de Quadra da CBV.

Além da Região Serrana do Rio de Janeiro, municípios de outros estados também foram afetados pelas fortes chuvas de janeiro, casos de São Paulo e Minas Gerais. Por isso, os clubes poderão destinar os donativos a outras cidades que estejam passando por este problema.

“Os clubes poderão escolher a região que será beneficiada. A partir de critérios como gravidade ou proximidade, o clube poderá selecionar a localidade que receberá o gesto solidário”, diz Negrão.

Este ano, a Rodada da Solidariedade englobará todos os jogos disputados nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, nas Superligas Masculina e Feminina.

Tradição em solidariedade

Em abril de 2010, quando mais uma vez o Estado do Rio de Janeiro foi castigado pelas fortes chuvas, a CBV também esteve engajada no auxílio às vítimas. Na ocasião, a renda da partida final da Superliga Feminina de Vôlei foi revertida em 10 toneladas de alimentos não-perecíveis, que foram doados. No ano passado, a região mais afetada foi Niterói, com as vítimas dos deslizamentos no Morro do Bumba.

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